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    <title>Núcleo de Acessibilidade da UFG</title>
    <description>Núcleo de Acessibilidade da UFG</description>
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      <title>Processo Seletivo DAC - Edital 01/2026</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Foto em que aparece o cabeçalho de uma prova de processo seletivo da DAC com uma caneta em cima." title="Foto em que aparece o cabeçalho de uma prova de processo seletivo da DAC com uma caneta em cima." src="http://acessibilidade.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/211/o/Prova.jpeg?1757435411" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;DAC realiza seleção para Profissional de Apoio e Apoio Pedagógico - Área: Pedagogia &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A Diretoria de Acessibilidade realiza processo seletivo para bolsas de Apoio Pedagógico: área pedagogia e Profissional de Apoio. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para maiores informações é necessário consultar o Edital Nº 01/2026 – DAC/SIN/UFG, disponível nos arquivos relacionados à notícia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;A inscrição é gratuita e o valor de cada bolsa é:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Profissional de Apoio: R$2.000,00&lt;br /&gt;Apoio Pedagógico: área pedagogia: R$2.500,00&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As inscrições serão realizadas no período de 19/03 a 29/03/2026, exclusivamente nos seguintes links:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ub4Jo1wXD9A23ube6"&gt;Formulário de Inscrição - Apoio Pedagógico: área pedagogia&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://forms.gle/qhspgqxApEFuGUTt5"&gt;Formulário de Inscrição - Profissional de Apoio&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Atualização 30/03/26&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Publicação da lista de pessoas inscritas e orientações para a avaliação. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Atualização 06/04/2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Publicação do resultado preliminar do processo seletivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Atualização 09/04/2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Publicação do resultado final do processo seletivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 18 Mar 2026 11:22:02 -0300</pubDate>
      <link>https://acessibilidade.ufg.br/n/199408-processo-seletivo-dac-edital-01-2026</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Semana Pedagógica propõe ações conjuntas pela Inclusão</title>
      <description>&lt;img width="200" alt=" PHOTO-2026-02-24-15-36-24.jpg" title=" PHOTO-2026-02-24-15-36-24.jpg" src="http://acessibilidade.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/PHOTO-2026-02-24-15-36-24.jpg?1771977133" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Criar uma nova cultura acadêmica nessa área é um dos maiores desafios atuais&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Caroline Pires&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fotos: Evelyn Parreira &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pensar a Inclusão e a maneira como ela demanda aproximações com as mais diferentes esferas da Universidade foi o desafio apresentado, para um auditório lotado, na abertura da Semana de Planejamento Pedagógico 2026/1. O evento, pensado em parceria entre as pró-reitorias de Graduação (Prograd), Pós-graduação (PRPG) e a Secretaria de Inclusão (SIN) foi realizado de maneira totalmente inclusiva, desde a sua concepção, no auditório da Biblioteca Central da UFG, nesta segunda-feira, 23/2. Além de fomentar a criação de uma cultura para inclusão na UFG, as discussões apontaram ainda a necessidade de aumento do orçamento da Universidade, visando ações que vão desde a permanência estudantil a obras para garantir maior acessibilidade.  A semana de planejamento foi aberta com o “Brotam todas as flores”, obra que trata sobre o direito às diferenças a partir da história de Ana Beatriz Dalla Deia, uma dançarina com síndrome de down, que se apresentou com sua mãe, Vanessa Dalla Deia, professora da Faculdade de Educação Física e Dança (FEFD). A entrada da Biblioteca Central recebeu ainda a Exposição de Arte Inclusiva, da Faculdade de Educação da UFG, intitulada “Fauna e Flora do Cerrado Brasileiro". &lt;a href="/a/semana-de-planejamento-pedagogico-propoe-acoes-pela-inclusao-23-02-2026"&gt;Confira o álbum de fotos&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sandramara Matias Chaves, reitora da UFG, iniciou sua fala lembrando que pela primeira vez em 65 anos a Universidade é gerida por duas mulheres e que nesses primeiros 40 dias de mandato todos os trabalhos têm sido desempenhados de maneira intensa pela gestão, “sem interromper o que acontecia mas mirando nos projetos que temos para os próximos quatro anos”. A reitora recordou que a UFG foi pioneira na inclusão no Brasil, com o Projeto UFGInclui, criado há 18 anos, o que permitiu que a instituição participasse ativamente da elaboração da Lei de Cotas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Defendendo que a articulação entre as pró-reitorias e secretarias é fundamental para a inclusão, a reitora convocou a todos a “em um trabalho articulado, promover ações que possam contribuir no sentido de acolher cada uma das pessoas que ingressam na UFG”. Sandramara Matias Chaves lembrou que a inclusão se faz de mãos dadas com a permanência e que um dos maiores desafios são relacionados ao orçamento da Universidade. “Para além disso tudo, estamos propondo o diálogo como pilar dessa gestão, por isso estamos conversando com todas as unidades acadêmicas, realizando reuniões de diretores mensais e deixando as portas do gabinete sempre abertas para receber a todos”, concluiu a reitora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/planejamento_pedag%C3%B3gico2026.jpg" alt="planejamento pedagógico2026.jpg planejamento pedagógico2026.jpg" width="700" height="467" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Falas frisaram a necessidade de trabalho articulado entre as diversas instâncias da UFG para seguir avançando na inclusão de estudantes na Graduação e Pós-graduação &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desejando um feliz ano letivo a todos, Lueli Nogueira, pró-reitora de graduação da UFG, reforçou que há muitos anos são feitas ações de inclusão na Universidade, “mas o que queremos agora é que isso se consolide, por meio de ações práticas para termos uma instituição mais acessível”, pontuou. Ela defendeu que os princípios de equidade de ensino devem pautar a cultura acadêmica na UFG, tendo como norte o objetivo de fazer da Educação um lugar mais inclusivo, “hoje temos um quantitativo pequeno de pessoas com deficiência da UFG, que somam apenas 1% da nossa população de estudantes”. Por fim, ela retomou Paulo Freire, lembrando que o mundo é transformado por pessoas e “são elas que podem e devem promover mudanças políticas e culturais. Que possamos fazer brotar todas as flores que chegam até nós”, finalizou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pró-reitora de Pós-graduação, Laura Vilela Rezende, apresentou o dado de que hoje existem apenas 56 estudantes de pós-graduação matriculados e que possuem algum tipo de deficiência. Ela defendeu que sejam pensadas mais políticas de inclusão na pós-graduação: “iremos realizar um profundo diagnóstico, já pensando na avaliação quadrienal que teremos em 4 anos. Que possamos não só planejar mas colocar em prática tudo o que iremos discutir aqui e nas nossas unidades ao longo dessa semana”, defendeu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/PHOTO-2026-02-24-15-36-24.jpg" alt=" PHOTO-2026-02-24-15-36-24.jpg" width="700" height="467" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Em uma apresentação cativante e emocionante, Vanessa e Ana Beatriz Dalla Deia apresentaram o espetáculo "Brotam todas as flores"&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jaqueline Araújo, secretária de Inclusão da UFG, desejou que esse momento seja um diferencial para todos os presentes, “cada um aqui faz com que a UFG seja maior, e permite que a Universidade produza para além do conhecimento e ciência, também mais inclusão”. Segundo a secretária, para fazer inclusão é preciso pensar em acessibilidade e diminuição de barreiras, “e falar disso também é falar de política e por isso a pensamos de uma forma transversal e estruturante”. Assim, ela convidou os docentes e técnicos-administrativos a se responsabilizar por essa questão no dia-a-dia, especialmente neste ano, em que se comemora os 18 anos da implementação do Programa UFGInclui. “Que nessa maioridade possamos pensar em uma Universidade que vá ao encontro de todos nós. Estamos prontos para receber pessoas para todas as diversidades”, finalizou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Caminhos para a acessibilidade pedagógica na UFG&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mediada pela professora Patrícia Roberta Machado, coordenadora institucional do PIBID da Prograd, foi realizada, após a mesa de abertura, discussões sobre a realidade atual e os desafios para a maior inclusão na UFG. A professora Ana Cláudia Sá iniciou sua fala frisando que a acessibilidade não se faz só e que ela deve ser pensada desde as primeiras etapas do Ensino, Pesquisa e Extensão, e exemplificou a concepção e ações antecipadas para o evento da abertura da semana do planejamento. A professora apresentou a Lei n.º 13.146, que traz conceitos fundamentais para se iniciar a pensar na inclusão. Sobre a UFG, ela frisou alguns marcos que são importantes para que se tivesse uma política de acessibilidade na instituição, “nesse processo tudo foi muito debatido e essa legislação já produzida na universidade traz também atualidade, mesmo tendo sido feitas há mais de 10 anos. Ouso dizer que a UFG avançou muito em relação a outras Universidades, desde esses momentos iniciais”, considerou.&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/PHOTO-2026-02-24-15-36-24_%281%29.jpg" alt="PHOTO-2026-02-24-15-36-24 (1).jpg PHOTO-2026-02-24-15-36-24 (1).jpg" width="700" height="467" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;As professoras Ana Cláudia Sá e Gardênia Lemos compartilharam suas experiências e instigaram os docentes a pensar ações de inclusão mesmo antes da chegada dos estudantes as salas de aula &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Avaliando dados, a professora lembrou que em 2017 foram 7 pedidos de matrícula da graduação deferidos, mas esse número saltou para 123 deferimentos em 2025. Já na pós-graduação, foram 5 deferimentos em 2023 se contrapondo aos 73 deferimentos em 2025. “Temos sim um público que deve ser olhado para que possamos avançar em relação a essas barreiras. A inclusão está acontecendo e a permanência está sendo uma luta, especialmente por conta dos orçamentos pequenos”, ponderou. &lt;br /&gt;A professora seguiu sua fala frisando os caminhos para a acessibilidade à pedagogia na Universidade, destacando a importância de questões como: elaboração de um plano individualizado, formação docente continuada, estratégias de ensino/aprendizagem diferenciadas e um plano de ensino passível de alterações. “Precisamos do apoio dentro das Unidades Acadêmicas, mas também do apoio da Diretoria de Acessibilidade, da SIN. Por isso, estamos de portas abertas para os estudantes, servidores, além do apoio às famílias, que têm participado cada vez mais”, defendeu. &lt;br /&gt;Pesquisadora da infância e da adolescência, a professora Gardênia Lemos, se somou às outras falas da tarde destacando a diversidade que chega a sala de aula e lembrou que grande parte das questões relacionadas a essa temática extrapolam a Universidade. “Será que os marcadores nomeiam as dificuldades da inclusão? Como são pensadas as condições pedagógicas ou a responsabilidade coletiva e institucional?”, convidou a reflexão a professora. Segundo ela, a materialização desses questionamentos passam por inclusão, saúde, permanência e aprendizagem. Apesar dos desafios, a professora aproximou as discussões das questões relacionadas à saúde como um todo: “não é preciso que ninguém adoeça ou fique sobrecarregado para haver inclusão. Por isso é preciso trabalhar numa cultura institucional e práticas pedagógicas, condições de trabalho e processos que fazem todo o caminho mais ameno”, concluiu.&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 24 Feb 2026 20:59:30 -0300</pubDate>
      <link>https://acessibilidade.ufg.br/n/198734-semana-pedagogica-propoe-acoes-conjuntas-pela-inclusao</link>
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    <item>
      <title>UFG inaugura primeira Residência em Educação Especial Inclusiva </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Residência em Educação Especial Inclusiva" title="Residência em Educação Especial Inclusiva" src="http://acessibilidade.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/oficial__MG_9476.jpg?1771605897" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Iniciativa pioneira integra teoria e prática para formar especialistas na área&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Kharen Stecca&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fotos: Lucas Yuji&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Universidade Federal de Goiás (UFG) deu início à primeira turma do Programa de Residência Profissional em Educação Especial Inclusiva do país, um marco histórico e pioneiro voltado para a articulação entre pesquisa, teoria e prática na educação básica. O evento de abertura, realizado no auditório da Biblioteca Central no Campus Samambaia, no dia 20 de fevereiro, reuniu autoridades acadêmicas e políticas para celebrar a aula inaugural de uma proposta que sistematiza anos de caminhada do Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada à Educação (CEPAE) na formação de professores para a inclusão. O programa, criado com recursos próprios da instituição, é fruto de uma parceria entre a Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) e o CEPAE. &lt;a href="/a/aula-inaugural-da-residencia-profissional-em-educacao-especial-inclusiva-20-02-2026"&gt;Confira o álbum de fotos do evento.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/oficial__MG_9476.jpg" alt="Residência em Educação Especial Inclusiva" width="700" height="466" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Residência é marco histórico e pioneiro voltado para a articulação entre pesquisa, teoria e prática na educação básica&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O novo curso despertou alto interesse nacional, registrando 580 inscrições válidas de candidatos vindos de diversos estados, como Bahia, São Paulo, Maranhão e Amapá, além de várias cidades de Goiás. O programa é destinado a profissionais recém-graduados em Pedagogia e demais licenciaturas, com o objetivo de entregar à sociedade docentes altamente qualificados para o trabalho pedagógico inclusivo. Durante os dois anos de duração do curso, os dez residentes selecionados cumprirão uma jornada intensiva de 40 horas semanais, intercalando a prática supervisionada com estudantes no CEPAE durante o período matutino e disciplinas de especialização lato sensu no período vespertino.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/oficial__MG_9437.jpg" alt="Residência em Educação Especial Inclusiva" width="700" height="466" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Andressa Gomes, licenciada em Letras é uma das residentes selecionadas na primeira turma&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Andressa Gomes da Silva, licenciada em Letras é uma das profissionais selecionadas para a residência no CEPAE. Ela já trabalhou com a educação especial e também está cursando o curso de Letras-Libras na UFG. Ela acredita que esta será uma oportunidade de ampliar o conhecimento na área, em especial em Libras, que é sua área de maior interesse e que a UFG é o melhor lugar para isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante a cerimônia, a coordenadora do programa, professora Giovanna Aparecida Schittini dos Santos, destacou que a residência se afirma como uma proposta singular ao priorizar o acompanhamento formativo qualificado no "chão da escola". Ela ressaltou o caráter coletivo da elaboração do projeto e o compromisso em garantir o acesso, a permanência e a aprendizagem dos estudantes público-alvo da educação especial, superando os limites das formações que desarticulam teoria e prática.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A diretora do CEPAE, professora Neisi Maria da Guia Silva, enfatizou que a residência efetiva um trabalho realizado pela instituição desde meados da década de 1990. Segundo ela, o CEPAE funciona como uma escola de formação que atende centenas de estagiários anualmente, e a residência permitirá que o conhecimento acumulado por pesquisadores e mediadores pedagógicos seja sistematizado e levado para as redes municipais e estaduais de ensino.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A secretária de Inclusão da UFG, professora Jaqueline Araújo, contextualizou a importância do evento dentro da trajetória de inclusão da universidade, citando programas históricos como o UFGInclui. Ela anunciou que a atual gestão está trabalhando na construção de uma política de inclusão institucional transversal e estruturante, que começará a ser elaborada por um grupo de trabalho em março para balizar todas as ações e projetos da universidade nesse campo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Representando a Pró-Reitoria de Pós-Graduação, a diretora de Pós-graduação &lt;em&gt;Latu Sensu&lt;/em&gt;, Larissa Matuda explicou que o modelo foi inspirado nas residências das áreas de saúde e tecnologia, buscando oferecer treinamento prático em serviço. Ela destacou a grande demanda por profissionais capacitados tanto no setor público quanto no privado e o potencial de expansão do programa, que começa como um projeto piloto com financiamento próprio da universidade, mas que visa atrair investimentos externos para ser aplicado em outras escolas.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/oficial__MG_9447.jpg" alt="Residência em Educação Especial Inclusiva" width="700" height="466" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;A pró-reitora de Graduação ressaltou que o programa piloto passará por monitoramente e avaliação rigorosos para garantir sua qualidade&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pró-reitora de graduação, professora Lueli Nogueira Duarte e Silva, reforçou o caráter inovador e desafiador do curso, ressaltando que não há outro similar no Brasil após a suspensão de programas federais anteriores que possuíam formatos distintos. Ela enfatizou que a residência visa consolidar uma cultura de direitos humanos e êxito estudantil, e que o programa será rigorosamente monitorado e avaliado por meio de relatórios para as instâncias superiores da UFG ao longo dos dois anos.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/oficial__MG_9467.jpg" alt="Residência em Educação Especial Inclusiva" width="479" height="700" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;A vice-reitora ressaltou a responsabilidade de criar um projeto que será exemplo para o Brasil&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Encerrando as falas da mesa, a vice-reitora Camila Cardoso Caixeta exaltou a coragem da instituição em inovar e assumir a responsabilidade de criar um projeto que pode servir de exemplo para todo o Brasil. Ela incentivou os novos residentes: “Vocês são fagulhas e potências que replicarão o aprendizado na sociedade”. Ela também afirmou que a universidade, apesar dos desafios de infraestrutura e das críticas externas, segue provando sua potencialidade na mudança social e na valorização da educação pública.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/oficial__MG_9499.jpg" alt="Residência em Educação Especial Inclusiva" width="700" height="466" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Wanessa Ferreira (UFCAT) ressaltou o potencial da residência na formação de professores especialistas&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aula Inaugural -&lt;/strong&gt; A aula inaugural foi ministrada pela professora Wanessa Ferreira Borges, da Universidade Federal de Catalão (UFCAT). Com o tema "Educação Especial, Inclusão Escolar e Processos Formativos", a docente, que também é uma pessoa com deficiência (baixa visão), discutiu os modelos de assistência, provocando os residentes a refletirem sobre suas concepções profissionais. Vanessa destacou o potencial da residência profissional como uma resposta às fragilidades apontadas pelas pesquisas atuais na formação de professores especialistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 20 Feb 2026 11:53:42 -0300</pubDate>
      <link>https://acessibilidade.ufg.br/n/198630-ufg-inaugura-primeira-residencia-em-educacao-especial-inclusiva</link>
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    <item>
      <title>Acessibilidade e Produção Científica: a DAC no CONPEEX 2025</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Banner Conpeex 2025" title="Banner Conpeex 2025" src="http://acessibilidade.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/211/o/BANNER_3000x1042px_%282%29.png?1762542903" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A Diretoria de Acessibilidade (DAC) marcou presença no maior evento da UFG e mais uma vez levou sua produção científica para o  22º Congresso de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONPEEX), realizado de 04 a 07/11/2025. Foi um momento especial para apresentar os resultados dos estudos desenvolvidos pela equipe. Os trabalhos apresentados refletem o compromisso da DAC com o fortalecimento científico com foco na acessibilidade no ensino superior. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conheça os trabalhos apresentados:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Título: Estudantes com deficiência intelectual no ensino superior: barreiras encontradas e práticas inclusivas &lt;br /&gt;Autoria: Talita Silva Carvalho, Kildilene Carvalho Matos Mota, Meirilayne Ribeiro de Oliveira&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Orientação: Ana Claudia Antônio Maranhão Sá&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Título: Triagem dos estudantes com deficiência visual: atendimento psicoeducacional no Núcleo de Acessibilidade &lt;br /&gt;Autoria: Carlos Antonio Gomes Nunes, Meirilayne Ribeiro de Oliveira, Kildilene Carvalho Matos Mota&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Orientação: Ana Claudia Antônio Maranhão Sá&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Título: Análise dos relatórios gerais como fontes históricas: a representação da trajetória do Núcleo de Acessibilidade da UFG&lt;br /&gt;Autor: Davi de Souza Vital, Meirilayne Ribeiro de Oliveira, Kildilene Carvalho Matos Mota&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Orientação: Ana Claudia Antônio Maranhão Sá&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Título: Mapeamento da atuação da psicóloga no Núcleo de Acessibilidade - Goiânia&lt;br /&gt;Autoria: Anna Carolyna Araújo de Jesus, Meirilayne Ribeiro de Oliveira, Kildilene Carvalho Matos Mota&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Orientação: Ana Claudia Antônio Maranhão Sá&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Título: Acessibilidade no ensino superior para estudantes com deficiência intelectual&lt;br /&gt;Autoria: Vitoria Karoliny Alves da Silva, Kildilene Carvalho Matos Mota, Meirilayne Ribeiro de Oliveira&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Orientação: Ana Claudia Antônio Maranhão Sá&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Título: Assistência Pedagógica aos estudantes com deficiência visual atendidos pelo núcleo de acessibilidade - Goiânia durante os atendimentos de letramento&lt;br /&gt;Autoria: Divino Raimundo Garcia Júnior, Meirilayne Ribeiro de Oliveira, Kildilene Carvalho Matos Mota&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Orientação: Ana Claudia Antônio Maranhão Sá&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Título: Mapeamento dos laboratórios de acessibilidade informacionais das universidades federais da região centro-oeste do Brasil&lt;br /&gt;Autoria: Adieli Dos Anjos Almeida, Meirilayne Ribeiro de Oliveira, Kildilene Carvalho Matos Mota&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Orientação: Ana Claudia Antônio Maranhão Sá&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Título: Obstáculos enfrentados por estudantes com Transtorno do Espectro Autista no Ensino Superior&lt;br /&gt;Autoria: Yasmim Silva Rodrigues, Kildilene Carvalho Matos Mota, Meirilayne Ribeiro de Oliveira&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Orientação: Ana Claudia Antônio Maranhão Sá&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Título: A política de acessibilidade na UFG: uma história de desafios e possibilidades Autoria: Carla Rayelle dos Santos Silva, Kildilene Carvalho Matos Mota, Meirilayne Ribeiro de Oliveira&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Orientação: Ana Claudia Antônio Maranhão Sá&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; text-align: justify; background-color: #ffffff; margin-top: 0pt; margin-bottom: 12pt; padding: 12pt 0pt 0pt 0pt;"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 07 Nov 2025 16:27:41 -0300</pubDate>
      <link>https://acessibilidade.ufg.br/n/196257-acessibilidade-e-producao-cientifica-a-dac-no-conpeex-2025</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Setembro Verde: mês de luta e conscientização</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Banner com imagem de laço verde à esquerda, com uma das pontas subindo da direita para esquerda, passando por trás do título. Texto: Setembro Verde - mês da inclusão social da pessoa com deficiência " title="Banner com imagem de laço verde à esquerda, com uma das pontas subindo da direita para esquerda, passando por trás do título. Texto: Setembro Verde - mês da inclusão social da pessoa com deficiência " src="http://acessibilidade.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/211/o/M%C3%AAs_de_Setembro.png?1758745028" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O Setembro verde é o mês dedicado à conscientização e luta pela acessibilidade como um direito em todos os espaços. A luta é diária, mas neste mês nos dedicamos à dar maior visibilidade às questões que giram em torno da acessibilidade, para que possam ecoar e contribuir para eliminação das barreiras enfrentadas pelas pessoas com deficiência. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A instituição do Estatuto da Pessoa com Deficiência, através da Lei Brasileira de Inclusão, Nº 13.146/2015, foi um grande avanço para garantias de direitos e estruturação de políticas públicas. Destacamos o ensino inclusivo e o rompimento de barreiras, sejam elas urbanísticas, arquitetônicas, nos transportes, nas comunicações e informação, atitudinais e tecnológicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa política aplicada no âmbito da universidade deve ser considerada nas práticas pedagógicas de todos os docentes, em toda área técnico-administrativa, nos espaços físicos e virtuais. Esse movimento tende a tornar os caminhos com a menor quantidade de barreiras possíveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A luta pela inclusão não é nova, ela acontece há muito tempo no campo dos movimentos sociais, e a Lei Federal no 11.133/2005 instituiu o dia 21 de Setembro como o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, com reivindicações de cidadania, participação em igualdade e inclusão das pessoas com deficiência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em âmbito municipal, Goiânia, capital do estado de Goiás, instituiu com a Lei no 10.101/2017 o mês de setembro como o mês da Luta pelos Direitos da Pessoa com Deficiência, denominado Setembro Verde, configurando-se como um evento a ser realizado em formato de campanha, cujo símbolo da campanha é um laço na cor verde.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 24 Sep 2025 17:15:01 -0300</pubDate>
      <link>https://acessibilidade.ufg.br/n/194984-setembro-verde-mes-de-luta-e-conscientizacao</link>
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    </item>
    <item>
      <title> Acessibilidade na UFG: uma construção diária e coletiva</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Aula Emily Acessibilidade" title="Aula Emily Acessibilidade" src="http://acessibilidade.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/DSC_0074-1.jpg?1757935630" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Conheça a trajetória de Emily Silva e o papel do Núcleo de Acessibilidade na inclusão de estudantes com deficiência na UFG&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; margin-bottom: 0;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/DSC_0093.jpg" alt="Aula Emily Acessibilidade" width="1000" height="665" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; font-size: 12pt; line-height: 1.2; padding-top: 5px;"&gt;&lt;em&gt;Detalhe da estudante Emily Silva durante atividade de pintura no curso de Artes Visuais da UFG (Foto: Carlos Siqueira/Secom UFG)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Kharen Stecca&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Compreender a acessibilidade na universidade vai muito além da simples adequação arquitetônica, como a instalação de rampas e elevadores. É um conceito muito mais amplo, que envolve não só o ambiente físico, mas também as pessoas que circulam nele e toda a sociedade. "A acessibilidade é sobre a convivência de pessoas com deficiência no mesmo ambiente que os demais, rompendo um longo processo de segregação que as mantinha invisíveis", ressalta a diretora de Acessibilidade da Universidade Federal de Goiás (UFG), Ana Claudia Antonio Maranhão Sá.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É nessa perspectiva que o Núcleo vem acompanhando a estudante do curso de Artes Visuais – Licenciatura, Emily Araújo Silva, de 23 anos. Ela é uma dos 157 estudantes acompanhados hoje pelo Núcleo. Recém-chegada na Universidade, Emily ingressou no curso em março de 2025. Ela tem paralisia cerebral, uma condição permanente que afeta os movimentos e a postura corporal. No caso específico de Emily, há alteração no controle de movimentos das mãos, pés, tronco, cabeça e fala. Dessa forma, ela consegue utilizar um tablet para se comunicar e participar das aulas de desenho utilizando os pés.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; margin-bottom: 0;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/DSC_0109.jpg" alt="Aula Emily Acessibilidade" width="700" height="465" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; font-size: 12pt; line-height: 1.2; padding-top: 5px;"&gt;&lt;em&gt;Emily e Surya, profissional de apoio, em aula prática de pintura na UFG (Foto: Carlos Siqueira/Secom UFG)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Política de Acessibilidade da UFG vem sendo pensada e formulada desde 2008. Em 2017 foi oficialmente criada em defesa da democratização da educação em prol da oportunidade de acesso e permanência dos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, como lembra Ana Cláudia, a acessibilidade é um trabalho individualizado, feito caso a caso, porque cada estudante tem uma especificidade que precisa ser entendida para permitir a evolução desse estudante em sua trajetória acadêmica. "Alguns podem ser atendidos com pequenas intervenções; outros precisam de um maior apoio", explica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pensando nisso, a equipe do Núcleo de Acessibilidade tem realizado estudo contínuo, inclusive nas aulas da estudante Emily, para identificar o apoio da instituição para seu aprendizado. A equipe avaliou questões das mais diversas: análise da amplitude dos movimentos da estudante, o cavalete em que o desenho é apoiado, as rampas de acesso ao primeiro piso do prédio e, principalmente, como o acesso a alguns softwares específicos pode facilitar seu contato com os colegas da turma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; margin-bottom: 0;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/DSC_0074-1.jpg" alt="Aula Emily Acessibilidade" width="700" height="604" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; font-size: 12pt; line-height: 1.2; padding-top: 5px;"&gt;&lt;em&gt;Equipe do Núcleo de Acessibilidade participou da aula para pensar estratégias (Foto: Carlos Siqueira/Secom UFG)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Detalhes importantes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A história do cavalete que Emily usa, por exemplo, começa com a professora da disciplina de Desenho, Kelly Mendes, que levou um cavalete de mesa para a aula, que foi reproduzido pelo pai da estudante. Mesmo assim, ainda é preciso estudar a questão do posicionamento dele, de forma a torná-lo mais acessível a ela. Emily prefere usar o pé esquerdo, mas também usa o direito conforme sua preferência do momento ou cansaço do outro membro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A estudante é acompanhada por profissional de apoio desde o primeiro semestre. No dia em que o &lt;em&gt;Jornal UFG&lt;/em&gt; acompanhou a aula, a profissional estava em seu auxílio, fazendo a condução da cadeira de rodas e realizando sua higiene e alimentação. Também auxilia Emily nas atividades práticas, auxiliando nos movimentos que ela não consegue realizar, como por exemplo, posicionar os papéis e pincéis durante as aulas de desenho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo com todas as limitações, Emily consegue se comunicar com os colegas por aplicativo de mensagem, acessar os textos da aula e ler os materiais enviados pelos professores. Pedimos à Emily que desse um depoimento por escrito sobre como tem sido sua experiência na universidade, como ela chegou até aqui e quais as suas expectativas. Em seu relato fica claro que há um mundo novo se abrindo com sua presença na graduação:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;blockquote style="margin-left: 30px;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;&lt;em&gt;"Ingressar na UFG foi o começo de um grande sonho que sempre tive. Escolhi o curso de Artes Visuais – Licenciatura. Na verdade, eu queria Artes Plásticas, mas só havia esse curso em Minas Gerais. No fim das contas, descobri que era praticamente a mesma coisa. Tenho o apoio de locomoção e alimentação, o que já ajuda bastante. Minha interação com os colegas de turma tem sido mais agradável do que eu imaginava, o que me deixa feliz e acolhida. O que eu espero para o futuro com essa formação é poder mudar a vida das pessoas com a minha história e com a arte. E, claro, montar o meu ateliê! Meu conselho para outras pessoas com deficiência que têm vontade de fazer um curso superior é: vá em frente, siga seus sonhos e seja feliz".&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;(Emily Araújo Silva, estudante de Artes Visuais – Licenciatura na UFG, 23 anos)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das aulas teóricas de Emily no semestre passado foi de História da Arte, ministrada pela professora Patrícia Bueno. A professora conta que tem aprendido muito com ela, mais do que ensinado: "É um sentimento que começou como um desafio e tem se tornado um grande aprendizado. Eu percebo o interesse dela pela matéria e como ela, às vezes, parece ter até mais atenção que outros colegas. No início ela estava mais retraída, mas, passado o primeiro momento, ela participou das aulas e já se sentiu segura para comentar", explica a professora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso das aulas teóricas a adaptação se dá pela exposição de áudios sobre os textos, vídeos e também os textos em formato PDF para que ela leia pelo tablet.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já nas aulas práticas o desafio é maior, mas não tem desmotivado os professores. Kelly ressalta que tem aprendido muito com ela. Sua experiência inclusive motivou um projeto de extensão em que a estudante participou junto com outros alunos que foram convocados a pintar com o pé como ela, a pintar de olhos vendados (o que ela também fez) e a pintar ouvindo músicas com sons diferentes dos ocidentais: a ideia era causar algum incômodo ou limitação para que o estudante refletisse sobre sua experiência na produção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Acho importante que a experiência de Emily seja mais do que apenas integração; queremos conectá-la com a proposta da aula para que o fazer dela seja também reflexivo e ela possa evoluir em seu aprendizado. Quero que ela pense dentro do que estamos discutindo na aula, e não só do que ela já fazia, para que ela aprimore sua técnica", considera Kelly.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela ressalta que não é arteterapia. O curso visa que o estudante tenha a experiência da produção de arte e essa é a intenção dessa inserção da estudante no contexto da disciplina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; margin-bottom: 0;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/DSC_0140.jpg" alt="Aula Emily Acessibilidade" width="700" height="465" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; font-size: 12pt; line-height: 1.2; padding-top: 5px;"&gt;&lt;em&gt;Patrícia destaca que o desafio de ser professora de Emily é um grande aprendizado (Foto: Carlos Siqueira/UFG)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Família e orientação pedagógica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A família de Emily é grande apoiadora de sua graduação e a tem auxiliado muito. O Núcleo de Acessibilidade oferece, no turno vespertino, apoio pedagógico, mas Emily nem sempre consegue participar. Mesmo assim ela tem conseguido acompanhar as disciplinas. A equipe do Núcleo ressalta que o apoio familiar é imprescindível no sucesso desses estudantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um problema que afetava não só Emily, mas também outros estudantes com dificuldade de locomoção, era a acessibilidade ao primeiro andar do prédio. Na Faculdade de Artes Visuais (FAV) existe um elevador, que constantemente estava fora de serviço, pois é um equipamento que exige cuidados específicos, evitando, por exemplo, o transporte de pesos maiores que o suportado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, no primeiro semestre os docentes faziam a movimentação de equipamentos do primeiro andar para uma sala no térreo, de forma a garantir o acesso à estudante. Esse problema foi solucionado com a inauguração de um novo elevador no último dia 22 de agosto.&lt;/p&gt;
&lt;figure style="margin: 15px; float: right; width: 50%; text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 80%;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/info_acessibilidade_%282%29.png" alt="Info Acessibilidade" /&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Núcleo de Acessibilidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Núcleo foi criado em 2008 justamente para funcionar como ponte entre esses estudantes que acessam a Universidade, dando o suporte necessário para que eles tenham as devidas condições para a promoção de sua autonomia na trajetória acadêmica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"É crucial educar as pessoas para conviver com a deficiência, refletindo constantemente para que sentimentos como a dó ou pena não se sobreponham à relação de apoio, amizade ou ensino. Além disso, a acessibilidade não se destina apenas a quem nasce com uma deficiência, mas a todos, visto que qualquer pessoa pode se tornar uma pessoa com deficiência a qualquer momento e necessitar dela", lembra a diretora do Núcleo,  Ana Claudia Antonio Maranhão Sá.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo ela, a Universidade tem recebido esses estudantes de diversas formas de ingresso. "Aqueles que entram por cotas são identificados pelo Núcleo desde o início. No entanto, muitos chegam pela ampla concorrência, podem nem saber da existência do Núcleo até que uma crise, um adoecimento ou um conflito se instale".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para casos de maior necessidade de apoio, o Núcleo realiza o estudo de caso, conforme previsto na lei brasileira de inclusão (13.146/2015), assim que o estudante se matricula e caso seja de sua vontade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa avaliação inicial é multidisciplinar, com atendimentos individualizados com psicóloga, psicopedagoga e técnico em tecnologias assistivas, com o intuito de mapear primeiramente as potencialidades da pessoa e as barreiras que ela pode enfrentar em seu curso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Ao fim da triagem, a equipe elabora um relatório detalhado que é disponibilizado no Sigaa para a coordenação de curso e docentes das disciplinas nas quais o estudante estiver matriculado", explica a professora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Núcleo oferece apoio contínuo, incluindo atendimento psicopedagógico para dificuldades de aprendizagem, e pode interagir com a família para explicar o papel da Universidade. No entanto, um desafio significativo é que muitos professores não estão preparados para lecionar para estudantes com deficiência e precisam ser educados para lidar com essa realidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; margin-bottom: 0;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/DSC_0021.jpg" alt="Aula Emily Acessibilidade" width="700" height="465" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; font-size: 12pt; line-height: 1.2; padding-top: 5px;"&gt;&lt;em&gt;Professora Kelly Mendes (FAV/UFG): "queremos que ela aprimore sua técnica" (Foto: Carlos Siqueira/UFG)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O panorama atual da Universidade em relação aos estudantes com deficiência, segundo a diretora do Núcleo, é desafiador. Há um aumento significativo de estudantes procurando o Núcleo, com todos os tipos de diagnósticos: deficiências físicas, visuais, auditivas, intelectual e transtorno do espectro autista. O Núcleo, cujo projeto inicial era focado na compra de equipamentos, passou ao longo dos anos para a necessidade de construção da cultura de acessibilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A Universidade ainda está despreparada para lidar com certas situações, como o planejamento de aulas que precisam ser fluidas para todos, sem prejudicar o aprendizado dos demais estudantes. A responsabilidade pela acessibilidade não recai apenas sobre o núcleo ou o docente, mas sobre toda a Universidade, desde a Reitoria até a equipe de limpeza, exigindo uma mudança cultural de todos para considerar, por exemplo, o posicionamento de carteiras ou lixeiras nos corredores", afirma.&lt;/p&gt;
&lt;figure style="margin: 15px; float: left; width: 50%; text-align: left;"&gt;&lt;img style="width: 80%; display: block; margin: 0;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/info_setembro_verde.png" alt="Setembro Verde" /&gt;&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Evasão&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O combate à evasão de estudantes com deficiência é um dos focos da UFG. Os estudantes podem enfrentar barreiras relacionadas à deficiência e também às dificuldades sociais. Por isso, a acessibilidade envolve a superação das barreiras arquitetônicas, informacionais, pedagógicas, atitudinais, mas também acesso às políticas de assistência estudantil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Apesar dos desafios, a missão é oferecer formação com acessibilidade e qualidade, com condições para que cada pessoa tenha seu melhor desenvolvimento e contrua as competências necessárias para o mundo do trabalho. O Núcleo, apesar de ser uma equipe menor que o necessário, trabalha incansavelmente para enfrentar esses problemas, juntamente com todas as instâncias da UFG", ressalta Ana Claudia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O caso de Emily é um exemplo claro dos múltiplos desafios da acessibilidade. Devido à sua necessidade de apoio, o Núcleo iniciou o estudo de caso assim que ela se matriculou. "Emily não precisa apenas de rampas ou de alguém para conduzir sua cadeira de rodas; ela necessita de apoio constante na sala de aula. Suas aulas precisam ser totalmente planejadas com antecedência, idealmente com o professor contatando o Núcleo para preparar materiais, como por exemplo, uma prancha de comunicação, a fim de garantir maior fluidez", explica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra barreira significativa é a dificuldade de fala da Emily, exigindo dela mais tempo e esforço. Para isso, o Núcleo está estudando o uso de tecnologias assistivas que permitam que ela se comunique mais rapidamente. "O caso de Emily requer mais apoio e ela encontra mais barreiras do que outras pessoas, demandando um esforço contínuo do Núcleo para eliminar ou ao menos transpor essas barreiras", detalha Ana Cláudia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure style="margin: 15px; float: right; width: 50%; text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 80%;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/gabriel.png" alt="Gabriel" /&gt;
&lt;figcaption style="font-size: 0.9em; width: 80%; margin: 0 auto; text-align: right; line-height: 1.1; padding-top: 5px;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;em&gt;Gabriel com a mãe e servidoras do Núcleo de Acessibilidade (Foto: Arquivo Pessoal)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;&lt;strong&gt;Êxito da graduação na UFG com inclusão e acessibilidade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em agosto de 2025, o estudante Gabriel Camilo da Silva formou-se em Design Gráfico. Ele tem deficiência intelectual e, tal qual Emily, é um dos estudantes que foram acompanhados desde o início pelo Núcleo de Acessibilidade da UFG. Sua formatura é a concretização desse processo de inclusão de estudantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Logo após sua formatura, Gabriel destacou: "Se fosse preciso, faria tudo de novo. Que realização, que sonho!". Ele também destacou a ajuda do Núcleo de Acessibilidade apoiando em suas atividades acadêmicas. Sua mãe, Antônia Camilo da Silva, também emocionada, destacou que se realizou por meio da formatura de seu filho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Gabriel Camilo teve o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) orientado pelo professor Flávio Gomes de Oliveira. Segundo o professor, foi um estudante exemplar, com algumas limitações, mas com muita força de vontade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A inclusão de estudantes com deficiência dentro da Universidade é sem dúvida um grande desafio. Nós, professores, precisamos nos adaptar constantemente. Tenho dito que os casos que temos na FAV são verdadeiras escolas para nos preparar para um futuro muito mais inclusivo. O desafio nos faz aprender", explica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o professor, Universidade é uma instituição em constante transformação e os desafios são contínuos. "Fico muito feliz por estarmos vivendo essa etapa neste momento. Isso me faz acreditar que a educação pública de qualidade pode, sim, ser emancipadora – na prática, e não apenas na teoria", afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele conta que no TCC Gabriel trabalhou em um curta-metragem de animação junto com dois colegas de turma. O resultado foi o melhor esperado: um grupo coeso, que colaborou o tempo todo, dividindo tarefas e compartilhando os resultados. "O curta ficou lindo, poético, com uma técnica arrojada e pautada em uma estética regional bem elaborada e respeitosa", conta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O professor também destaca o apoio da família na superação dos obstáculos. "Receber estudantes com esses desafios tem nos feito muito bem. Estamos aprendendo com eles, e o convívio com os colegas é essencial para construir esse senso de inclusão".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; margin-bottom: 0;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/1000135212.jpeg" alt="Acessibilidade Gabriel" width="700" height="315" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; font-size: 12pt; line-height: 1.2; padding-top: 5px;"&gt;&lt;em&gt;Gabriel com o tio e figura paterna Manoel Messias e a mãe Antônia Camilo (Foto: Arquivo Pessoal)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 15 Sep 2025 14:33:44 -0300</pubDate>
      <link>https://acessibilidade.ufg.br/n/194672-acessibilidade-na-ufg-uma-construcao-diaria-e-coletiva</link>
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    </item>
    <item>
      <title>DAC realizou a primeira seleção do segundo semestre</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Foto em que aparece o cabeçalho de uma prova de processo seletivo da DAC com uma caneta em cima." title="Foto em que aparece o cabeçalho de uma prova de processo seletivo da DAC com uma caneta em cima." src="http://acessibilidade.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/211/o/Prova.jpeg?1757435411" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Seleção foi regida pelo Edital 03/2025 &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;No útlimo dia 25 de agosto foi realizado o terceiro processo seletivo para bolsistas da Diretoria de Acessibilidade de 2025. Foram avaliados candidatos para as funções de Assistente Pedagógico, Apoio Pedagógico: área Psicopedagogia. Além disso, também foram selecionados Profissionais de apoio, contratados em parceria com a RTVE.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A seleção contou com duas etapas, uma prova escrita e uma entrevista individual, realizadas no período da manhã.&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; margin-top: 12pt; margin-bottom: 12pt;"&gt;Agradecemos a participação dos candidatos(as) e parabenizamos pelo empenho e interesse demonstrados. Também expressamos nosso reconhecimento à equipe organizadora pelo bom andamento do processo. Para quem tiver interesse em fazer parte da equipe, continue acompanhando as notícias que em breve será lançado um novo edital para assistente pedagógico. Para finalizar, a seguir temos um registro fotográfico do momento da prova escrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/211/o/Prova1.jpeg" alt="Foto de momento de realização de prova, com pessoas sentadas, de costas, escrevendo e duas pessoas em pé à frente em posição de fiscalização. " width="400" height="239" /&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 09 Sep 2025 13:42:32 -0300</pubDate>
      <link>https://acessibilidade.ufg.br/n/194465-dac-realizou-a-primeira-selecao-do-segundo-semestre</link>
      <guid>https://acessibilidade.ufg.br/n/194465-dac-realizou-a-primeira-selecao-do-segundo-semestre</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Processo Seletivo para bolsistas da Diretoria de Acessibilidade - Assistente Pedagógico e Apoio Pedagógico: área Psicopedagogia</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="NOVO PROCESSO SELETIVO DA DIRETORIA DE ACESSIBILIDADE" title="NOVO PROCESSO SELETIVO DA DIRETORIA DE ACESSIBILIDADE" src="http://acessibilidade.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/211/o/PROCESSO_SELETIVO.png?1688934683" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Edital 03/2025&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;header&gt;
&lt;h1&gt; &lt;/h1&gt;
&lt;h1&gt;&lt;span&gt;Para maiores informações é necessário consultar o Edital Nº 03/2025 – DAC/SIN/UFG, disponível abaixo.&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;/header&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span&gt;As inscrições serão realizadas no período de 12/08/2025 até 21/08/2025, exclusivamente no link abaixo.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Não deixe pra última hora! &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span&gt;A inscrição é gratuita e o valor da bolsa é:&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span&gt;Assistente Pedagógico: R$710,00&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span&gt;Apoio Pedagógico: área psicopedagogia R$2.500,00&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Formulário de Inscrição&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;strong&gt;Assistente Pedagógico:&lt;span&gt; &lt;a href="https://forms.gle/HgYTntYoH2JPGnMe9"&gt;https://forms.gle/HgYTntYoH2JPGnMe9&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;strong&gt;Apoio Pedagógico: área psicopedagogia &lt;a href="https://forms.gle/v26jN96qjHKzmF2dA"&gt;https://forms.gle/v26jN96qjHKzmF2dA&lt;/a&gt; &lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atualizações:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;22/08/2025 - &lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Publicação da lista de inscritos, horário e local de prova&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;26/08/2025- Publicação do Resultado Preliminar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29/08/2025 - Publicação do Resultado Final&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 12 Aug 2025 15:38:45 -0300</pubDate>
      <link>https://acessibilidade.ufg.br/n/193657-processo-seletivo-para-bolsistas-da-diretoria-de-acessibilidade-assistente-pedagogico-e-apoio-pedagogico-area-psicopedagogia</link>
      <guid>https://acessibilidade.ufg.br/n/193657-processo-seletivo-para-bolsistas-da-diretoria-de-acessibilidade-assistente-pedagogico-e-apoio-pedagogico-area-psicopedagogia</guid>
      <enclosure url="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/211/o/Edital_N%C2%BA_03_2025_%E2%80%93_Assistencia_Pedag%C3%B3gica_e_Psicopedagogia.pdf?1755023738" length="133726" type="application/pdf"/>
    </item>
    <item>
      <title>UFG é representada na reunião do Conacessi - Andifes pela Diretora de Acessibilidade</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Foto de nove pessoas em cima de um palco de madeira com uma mesa, uma tela de projeção e cortina cor vinho atrás. Ana Claudia aparece ao Centro. " title="Foto de nove pessoas em cima de um palco de madeira com uma mesa, uma tela de projeção e cortina cor vinho atrás. Ana Claudia aparece ao Centro. " src="http://acessibilidade.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/211/o/IMG-20250515-WA0005.jpg?1747663318" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Profª Ana Claudia Antonio Maranhão Sá participa de evento nacional que discute acessibilidade nas instituições&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p data-sourcepos="5:1-5:359"&gt;No período de 14 a 16 de maio, reuniram-se os gestores de Núcleos de Acessibilidade de universidades federais para o II Seminário de Gestores de Núcleos de Acessibilidade. Representando a UFG, como participante e uma das organizadoras do evento, esteve a Profª Ana Claudia Antonio Maranhão Sá, Diretora de Acessibilidade da UFG e Coordenadora do Conacessi - Centro-Oeste. &lt;/p&gt;
&lt;p data-sourcepos="7:1-7:269"&gt;Realizado na Universidade Federal de Sergipe (UFS), o encontro teve como objetivo central a discussão de políticas, desafios e estratégias voltadas para a promoção da inclusão e a garantia da permanência de pessoas com deficiência no ambiente acadêmico. &lt;/p&gt;
&lt;p data-sourcepos="9:1-9:426"&gt;A programação do evento foi diversificada, incluindo palestras, mesas redondas e a realização da II Reunião do Colégio de Gestores de Núcleos de Acessibilidade das Universidades Federais (Conacessi). &lt;span&gt;&lt;/span&gt; O encontro contou com a participação de representantes de órgãos governamentais importantes para a temática, como o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC) e o Ministério da Educação (MEC). Uma das frentes de trabalho foi a aplicação da avaliação biopsicossocial no ingresso pela cota de pessoa com deficiência. &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 19 May 2025 11:10:11 -0300</pubDate>
      <link>https://acessibilidade.ufg.br/n/191242-ufg-e-representada-na-reuniao-do-conacessi-andifes-pela-diretora-de-acessibilidade</link>
      <guid>https://acessibilidade.ufg.br/n/191242-ufg-e-representada-na-reuniao-do-conacessi-andifes-pela-diretora-de-acessibilidade</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Novo Processo Seletivo para bolsistas da Diretoria de Acessibilidade - Assistente Pedagógico e Apoio Pedagógico: área Psicopedagogia</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="NOVO" title="NOVO" src="http://acessibilidade.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/211/o/PROCESSO_SELETIVO_AZUL.png?1741284065" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;header&gt;
&lt;h1&gt;&lt;span&gt;O Núcleo de Acessibilidade realiza processo seletivo para bolsas de Assistente Pedagógico e Apoio Pedagógico: área psicopedagogia. &lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h1&gt;&lt;span&gt;Para maiores informações é necessário consultar o Edital Nº 02/2025 – DAC/SIN/UFG, disponível abaixo.&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;/header&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span&gt;As inscrições serão realizadas no período de 06/03/2025 até 23/03/2025, exclusivamente no link abaixo.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Não deixe pra última hora! &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span&gt;A inscrição é gratuita e o valor da bolsa é:&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span&gt;Assistente Pedagógico: R$710,00&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span&gt;Apoio Pedagógico: área psicopedagogia R$2.500,00&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Formulário de Inscrição&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;strong&gt;Assistente Pedagógico: &lt;a href="https://forms.gle/ncAZe7rB1eSjxwY2A"&gt;https://forms.gle/ncAZe7rB1eSjxwY2A&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;&lt;strong&gt;Apoio Pedagógico: área psicopedagogia &lt;a href="https://forms.gle/Ns1zqcfdq92ikDUD8"&gt;https://forms.gle/Ns1zqcfdq92ikDUD8&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Atualização:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;24/03/2025- Publicação da Lista de Inscritos e Orientações para a Prova.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;26/03/2025 - Publicação do Resultado Preliminar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;31/03/2025 - Publicação do resultado de recursos interpostos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;31/03/2025 - Retificação Nº 1 do Edital DAC/SIN/UFG Nº 02/2025&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;31/03/2025 - Resultado Final e Convocação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;br/&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 06 Mar 2025 15:09:14 -0300</pubDate>
      <link>https://acessibilidade.ufg.br/n/188595-novo-processo-seletivo-para-bolsistas-da-diretoria-de-acessibilidade-assistente-pedagogico-e-apoio-pedagogico-area-psicopedagogia</link>
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